segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Pirogues over the Congo!

Travelling and deployment of personnel and equipment over the hinterland water lines with shallow draught.


quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Retomar o caminho?

E se eu retomasse este blog? E se o usasse como um antigo caderno de viagens, que por ter ainda tantas folhas vazias, apetece usa outra vez... Mesmo que sejam viagens completamente diferentes! São viagens na mesma. Sim! Vou usar!

Agora estou em Kinshasa. Também tenho passado algum tempo em Brazzaville. Estou nos Congos. E em breve vou ter de viajar pelo interior do grande Congo.

Kisangani, Goma, Bukavu, Kindu, Lubumbashi, Kikwit, Matadi, Kinshasa, Inongo, Mbandaka e Zongo.

É uma volta no sentido dos ponteiros dos relógios, com as doze horas bem no norte onde passa o grande rio Congo.

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Quarto livro e Press Release das viagens 1621


Pedro Vasconcelos,autor de 1613, 1617 e 1621 está neste momento em plena investigação do seu quarto livro.

Publicou 1621 em 2009, com o qual terminou a primeira trilogia sobre a princesa Nenu.

Press Release sobre viagens de investigação do 1621:

Em 2008, foram realizadas três viagens para esta obra: Uma a Madrid, ao Escorial para consulta de documentos, sobretudo a biblioteca de Al-Mansur. Outra a Marrocos, onde visitou Fez, Meknes e Tanger (apoio Mercedes / Europcar).

Em Abril e Maio fez o autor a terceira viagem: Lisboa, Faro, partindo para Barcelona (Espanha), Cassis (França), Genova (Itália), Alessandria (Itália/Lombardia), Chambery (França/Savoia), Metz (França/Franco Condado), Luxemburgo (Luxemburgo), Arlon (Bélgica), Antuerpia (Bélgica), Amesterdão (Países-Baixos). Regressando a Lisboa por Paris, Barcelona, Toledo.

A totalidade desta viagem foi de oito mil quinhentos e vinte e cinco quilómetros, realizados num Mehari Citroen de '81, amarelo. Este veículo é um "vintage" inscrito nos clube 2cv/Dyane de portugal e Mehari Club de Cassis. É um carro lento, introduzindo à semelhança do conceito conhecido como "Slow Food", um certo conceito de "Slow Drive", optando-se por percursos nas estradas secundárias fugindo sempre que possível às auto-estradas.

Parte desta viagem, entre Genova e Arlon, respeitou o percurso chamado "El Camino Espagnol"; um corredor militar que permitia aos exércitos espanhois contornar a França para chegar à guerra da Flandres. Houve vários percursos entre 1567 e 1593 nas doze expedições que se realizaram. Foi escolhida como percurso de investigação a primeira expedição, comandada por Fernando Álvarez de Toledo y Pimentel, terceiro duque de Alba (imagem de quadro) com dez mil soldados e durou cinquenta e seis dias. Este percurso faz parte do livro 1621.

À semelhança das outras viagens de investigação já realizadas pelo autor, esta teve como objectivo a recolha de imagens, visitas aos locais históricos (sobretudo fortalezas e vestígios da guerra da Flandres), histórias da cultura local e levantamento antropológico de algumas situações relacionadas com as superstições e crenças religiosas do século XVII.

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Rascunho da viagem

Este texto é um rascunho! Uma versão foi publicada na revista GQ de Setembro de 2008 e outra está a ser preparada para o Clube 2CV.

A apresentação desta viagem está na Página Principal!

9 de Maio de 2008 - Parti de Lisboa e ao passar na área de serviço de Alcochete marquei o conta quilómetros: 64399 km. Este seria o meu número de referência da partida da viagem.

Grandola não me queria deixar passar e, foi tão grande a chuvada, que tive de parar. A bobine foi bem embrulhada em plástico e fita cola e continuei até o motor engasgar. Eram as velas. Depois de substituídas continuei debaixo de chuva...

Via o tempo a ficar curto e eu a ter de atrasar o encontro com alguns leitores do "1613". Parei finalmente em Faro onde me esperavam na Biblioteca Municipal António Ramos Rosa para falar de livros e aventuras.

Biblioteca Municipal António Ramos Rosa
Rua Carlos Porfírio
8000-241 Faro
Tel. 289 897 500 - geral Fax. 289 897 510
E-mail: geral@biblioteca.cm-faro.pt
Acesso Permanente ao Catálogo: biblioteca.cm-faro.pt

10 de Maio - 64672 km - Faro
Fiquei no Hotel Santa Maria em Faro.

Hotel Santa Maria Rua de Portugal nº 178000-281 FaroFaro Tel. +351 289 824 064 +351 289 898 080 Fax. +351 289 824 065 +351 289 898 089 e-mail: hotelsantamaria@jcr-group.com website: http://www.jcr-group.com/

Continuei para Espanha. 64898 km - parei na beira da estrada no "Hermanos Milan", um tasco perdido na estrada como tantos outros - "Huevas e Cerveja" com um "café solo". Conversa engraçada, o Mehari a fazer a festa.

Granada ao longe, grande. Sentia-se a força da história. Ficou por visitar, tantas eram as ganas de subir a serra de Huetor, montanha cada vez mais fria, cada curva com mais chuva. O dia a acabar cinzento chumbo, carro, condutor e alma, tudo molhado e a morrer de frio.

11 de Maio 65246 km - Sierra Nevada à vista - As mãos geladas. Precisava de um banho quente. Parei num "Hotel Vista Nevada" - 35 Euros sem pequeno almoço - algures numa saída da A 92 pelo, aí pelo quilómetro 284 da estrada que vai para Murcia (GPS N 37°19'21.31" W 3°16'3.87" ). Descarreguei a custo o carro e senti o conforto do calor, abrigo de montanha, com a tempestade a ficar lá fora toda a noite.

O dia seguinte foi luminoso e fiz-me à estrada refeito. Queria chegar a horas de jantar a Barcelona, uma tirada exagerada, mas estava com entusiasmo.
Cheguei tarde, em casa dos meus amigos o jantar foi atrasado para me receberem, mas mesmo assim, já só me fizeram companhia à mesa; foi bom contar as histórias, mais ou menos misturadas, entre a viagem e as últimas novidades de família e trabalho. Jantei um pão cozido com patê, feito pela Manel.
Lisboa ficou para trás e só sentia o desejo do caminho que vinha aí.

12 de Maio - 66104 km - Barcelona
No dia seguinte, a primeira surpresa desagradável; A bobine do motor de arranque teria de ser substituída no "Taller Jesus".

Tive de esperar 13 e 14 (aproveitei e vi antiquários e os museus da Catalunha e Marítimo). Procurei mais sobre os "Segadores" e a importância que tinha tido a batalha do forte de Salses em 1639 que influenciou a Catalunha e por consequência o 1640 de Portugal.

15 de Maio - 66172 km
Numa tentativa de fugir à auto-estrada deixei Valvidrera e fui por estradas secundárias para os lados da Sra. de Santa Magdalena, nos túneis em direcção a Ripoll fui multado por não levar faróis ligados. O incidente obrigou-me a permoitar em Ripoll (Dormi em N 42º 11' 59,9" E 2º 11' 30,5" ) e no dia seguinte tive de seguir por OLot e voltar para trás para apanhar Figueras.
Ficou dessa aventura a recordação dos "Mossos de Esquadra", Jordi e a sua companheira.
Comi no Bar Ramon um "biftec com huevo e guarnición" (vídeo).

16 de Maio - Western Union - 09:40 - 66296 km
Parti finalmente em direcção aos Pirinéus-Orientais, mais precisamente a Salses-le-Chateau. Quem viajar pela A9 pode parar na área de descanço com o mesmo nome e ver o castelo ao longe. Penso que também se pode descer a pé. Outra estrada, mais pequena, leva-nos a té junto do velho forte. Está semi-abandonado. Não se consegue visitar o seu interior. É uma imponente arquitectura militar de tijolo e terra!

Cheguei a Nice a tempo de ir ao aeroporto. Eram 23:10

La Malmaison
CITYBLUE LA MALMAISON
48 bd Victor Hugo06000 NICE - FranceTél. : 33 (0)4 93 87 62 56Fax. : 33 (0)4 93 16 17 99E-mail : info@lamalmaison.comWeb: http://www.lamalmaison.com/PreçosSingle 140.00 eurosDouble 150.00 euros

Jantar no Vieux Port já passava da uma.

17 de Maio - Hotel Beau Rivage, Nice
Almoço pelas ruas de Nice - à procura de outro hotel.
Havia uma manifestação de "ultras" (vídeo).

Além de se jantar divinalmente é ainda possível comprar os produtos do Bruno, por exemplo um frasco de Crème de Cèpes et Truffes Blanchesde 80 gr custa 25.64 €

Terres de Truffes11 rue Saint François de Paule 06300 NICE
Tél : 04 93 62 07 68
Fax : 04 93 62 44 83

Le Chef vous suggère:
Entrées - Le foie gras de canard mi-cuit au torchon, mesclun et pain de campagne toasté, Truffe Tuber Aestivum - 24,00
La salade du ramasseur à la truffe Tuber Aestivum - 19,00
L'oeuf de poule poché sur un caviar de champignons, sauce Albufera et Tuber Aestivum - 25,00
Plats - La pomme de terre cuite en robe des champs, crème de truffes d'été, truffes Tuber Aestivum - 21,00
Le suprême de volaille au foie gras, polenta crémeuse et Tuber Aestivum - 39,00
Le tournedos façon Rossini, estouffade de pomme de terre aux truffes Tuber Aestivum -39,00 Desserts - Crotin de chèvre au miel à la Brumale - 16,00
Une pomme tatin, caramel au beurre et truffe, crème glacée vanillée - 10,00
Le mi-cuit au chocolat noir, crème glacée vanillée - 10,00

18 - Falicon
Almoço no Auberge l'Aire St. Michel Ch. de Chateaurenard - Gairaut 06100 Nice França
tlf. 0493844207
GPS: N 43°44'37.00" E 7°15'48.15"

O rosé da casa L'Aire Saint Michel e a salada niçoise.
(onde também se pode ficar por 55 euros por noite)

Marcha até à pirâmide de Falicon no parque de La Vallièra nos Alpes Marítimos.A pirâmide, que se acredita datar do século XII, está construída por cima da gruta de Ratapignata que tem mais de cinquenta metros de profundidade. Existem alguns degraus no seu interior, o seu número deveria corresponder ao sétimo nível do culto do deus persa Mithras.

Pirâmide de Falicon
N 43°44'59.93" E 7°15'37.77"

Jantar em St. Tropez - Cheguei tarde a St. Tropez, meio esgazeado de vento, os cabelos esticados e a pele a doer de sol.

L’Escale (peixes e mariscos) cadeiras estofadas a linho, areia branca no chão, vídeos com imagens do mar, candelabros prateados e muitos espelhos.

L’Escale
9, Quai Jean JaurèsSt. Tropez France 83990
Tel: 33 4 94 97 00 63
GPS N 43°16'22.52" E 6°38'19.08"

O Minuti - o melhor rosé da viagem!

Hotel Ibis no aeroporto? Parque de estacionamento nas traseiras

19 de Maio - 67743 km
Aeroporto de Nice de manhã.
Já estava na estrada às 11 horas.

Pegli pelas 16:46

Cheguei a Genova e não consegui um hotel com segurança para a bagagem... Acabei por sair da zona do porto de Genova e seguir para Pra, antes de Pegli.
Jantei numa pizzaria e fiquei no Hotel Zolwezi - (Vídeo da massa com cebola)

20 de Maio - No Clube Fratellanza Vittoria provei uma "foccacia genovese" com todos os preceitos; A focaccia tem um buracos, uns baixos, para se poder encher com azeite.
Receita: Farinha, àgua, levedura, sal, azeite, cebola (cipolla à piacere).

Visita ao Museo del Mare de Genova.
História boa dos fundos do Mandraccio - 1575 - com a intervenção dos Padres del Comune para que os fundos aumentassem para os cinco metros. Primeiro construiram paredes paliçadas, depois duzentos operários, com o recurso das "cicognas", umas barcas com um inteligente processo de escoar àgua, esvaziaram o recinto. Levaram dois meses, com mil e quatrocentos, homens e mulheres, divididos por turnos e num total de 84.000 jornadas de trabalho, transportaram toneladas de lama às costas, carregadas em mulas, pequenas barcas e o diabo a sete.

Outra história a que o museu dá destaque é a vida dos Buonavoglia, remadores das galés voluntários, que acabavam por partilhar as mesmas condições dos escravos e condenados/forçados. Diferenciavam-se pelo bigode, que era proíbido aos escravos. Além dos serviços de saúde, outro atractivo dos Buonavoglia eram a existência de um cimitério especial para as gentes das galés.

Rivalta Bormida / Alessandria

Asti

Torino

Fui visitar Laura e Antonelli, dois novos amigos, amigos do pintor Stephan Faravelli, também ele de Torino, o melhor criador de cadernos de viagem que conheço (vejam no Youtube "Moleskine Stefano Faravelli notebook @ Detour exhibition" que irão perceber o que quero dizer... vejam também http://www.stefanofaravelli.it/. Vale mesmo a pena!).

21 de Maio - Visita ao Museo Egizio di Torino - Visita à cidade com Antonelli, o antigo picadeiro, a sinagoga "stupa" e a casa fininha. A igreja da Gran Madre de Dios.

Visita ao museu egípcio:
Maqueta do Túmulo de Arinefer e Nakthymin. A minha fotografia é de má qualidade mas dá para ver que se trata de duas pirâmides pequenas que estão por cima de uma cripta com dois túmulos. Foi descoberta em 1922 durante as escavações francesas na necrópole de Deir el-Medina. Não resisto a especular que a pirâmide de Falicon tem dimensões identicas e que a gruta natural que está por baixo dela poderia ter sido palco de cultos e cerimónias religiosas.
Fiquei contente ao aperceber-me que no Egipto antigo havia pirâmides de nove metros com o tumulo escavado em profundidade. Imaginei que a pirâmide de Falicon seria igualmente utilizada assim; as grutas naturais a dar lugar a um labirinto propício ao culto dos mortos. (Vídeo)

Parti nessa tarde em direcção ao Montceni, optei pela passagem de 1567 escolhida pelo Duque de Alba deixando o cromeleche do Pequeno São Bernardo para uma outra viagem.

Deixei Torino com a igreja circular de Gran Madre de Dios a fervilhar na minha imaginação e comecei a viagem para o vale de Aosta em direcção aos Alpes. No saco leveva um salami oferecido pelo meu amigo tonisino: Um "Cavalier Umberto Boschi de Felino", Parma. Uma maravilha de chorar. Não hesitem nunca! Se virem um pedaço, comprem e comam devagar cada fatia... (http://www.specialitadiparma.it/). No carro ainda tinha um réstinho de um tinto Barbera D'Asti que veio mesmo a calhar.

Castelo de Vilar Doria

Torre del Colle

Ivrea (planicie)
N 45 06 77 E 7 20 23

Bruzolo

Bussoleno

Susa

Barragem e aldeia abandonada
Bar Ceniso

França - Cenis
Mais neve e frio. Esta é a razão porque as vacas da Savoia francesa passam para o lado italiano no princípio da Primavera. Na verdade o Beaufort é queijo de leite francês alimentado a erva italiana...

Lanlebourg

Perto de Esseillon - Rhône - Alpes. Há um forte redondo - Redoute Marie Therese - Napoliónico?
GPS N 45 12.471 E 6 44.167

Pouco depois via um veado a sair da floresta verde. Parou a olhar para o Mehari. Desliguei o motor. Ficámos os dois a analisarmos os nossos movimentos. Devagar tentei pegar na câmara de vídeo. Mal viu o gesto não ficoou para confirmar se era uma espingarda. Fugiu. Altivo.
A noite caiu e segui um pouco perdido.
Horas depois estava mesmo perdido.
Não sei o que aconteceu com o GPS, parecia louco, a montanha era curva-contra-curva. Cada vez subia mais. Fui parar a uma estância de ski, completamente deserta. Não havia ninguém. Nem carros parados nas ruas. Tinha qualquer coisa de surreal. Valfréjus. Tive de voltar para trás, até aparecer Modane onde cheguei sem travões.

22 de Maio Nice - Modane
Fiquei no "Le Perce-Neige". Yves, o hoteleiro é também o cozinheiro. Teve um Mehari do qual guarda boas recordações. Interessou-se pela avaria. Podia ser só sobre-aquecimento dos travões... Indicou-me o mecanico Walter da Garagem Ragona, representante da Citroen. Confesso que ver as duas setas brancas no fundo encarnado deu-me algum alento.
E, não foi errado o diagnóstico. Pela manhã o carro pegava sem hesitar e travava com convicção.

Comprei um tinto Chateau St Emilion e um chouriço seco, um "Le Galibier" para comemorar. Acrescentei ao meu futuro almoço uma baguette e dois pedaços de queijo. Um Beaufort e um Tomme de Savoie. O terceiro magnifico da região não havia. Chama-se Blue d Termignon, mas o Yve já me tinha avisado, como é feito a partir de Junho era natural que não encontrasse. Já só há quatro produtores e cerca de sessenta cabeças de gado que o produzem no parque de la Vanoise.
Os três magnificos da região: Beaufort (www.fromage-beaufort.com/) / Blue Termignon (www.fromag.com/) / Tomme de Savoie (www.tomme-de-savoie.com/).

Cheguei a Chambery e procurei a Tomba dos Sabóia. Ainda visitei o Museu Savoisien à procura de alguma referência a cultos da deusa Mithra mas não houve tempo para muita investigação.
Atravessei o país Bressan (o rio Rhone), onde o frango é rei. Mas, não provei, tinha pressa de chegar à minha nova etapa: Lons-le-Saunier.

Onde cheguei noite feita e cheio de frio. Fiquei no Hotel Terminus, gerido por um português das Caldas da Rainha. Uma das curiosidades locais é o Puits-salé, onde perto ainda existe uma nascente termal de àgua salgada.

23 de Maio - 68288 km - Antes de retomar a estrada dei com o primeiro furo de pneu. Reparado na Ledo Pneus (vídeo) fiquei sem tempo para visitar o Puits salé como tinha pensado.
Salines

Canal Rhin-Rhone

Bourgogne

La Saône

Dijon, cappital dos Duques da Borgonha

23 de Maio em Waterloo pelas 23 horas

24 de Maio 10:55 Aeroporto de Bruxelas
Parado em Lisboa dias 25, 26, 27

28 de Maio Amsterdão - Regressei de avião por Antuérpia e fiz Bruxelas por comboio.

29 de Maio Bruxelas - recuperei o Mehári. Fiquei uns dias em Bruxelas.

2 de Junho - 69811 km - Castelo de Loevenstein
Woudrichem fica no coração dos Paises-Baixos na convergência dos rios Maas e Waal (passam a ser o rio Merwede).

3 de Junho - 69789 km

4 de Junho - Bruxelas - Arlon

5 Junho Pierre Berge Leilões
Bruxelas

6 de Junho - Paris

7 de Junho - Autoestrada França

8 de Junho - Autoestrada Espanha

9 de Junho - 71583 km Barcelona

Toledo
Hostal Boxes

10 de Junho (10/6/08) - Toledo / Lisboa
área de Serviço de Alcochete km

Cheguei a tempo da sessão de assinaturas na Feira do Livro às 18h 30!

Costumo visitar os sítios de que falo e escrevo e, se o primeiro e o segundo livro me levaram a Timor, à Indonésia e à Índia ( Goa ), o último trabalho, levou-me a Marrocos e à Europa.

terça-feira, 24 de junho de 2008

El Camino Español


A viagem "El Camino" foi realizada num Mehari de 1981, aqui a passar por uma aldeia abandonada na Saboia italiana, pouco antes de continuar a subida pelos Alpes franceses.

Foram realizados 8.525 km num percurso que começou em Lisboa e seguiu por: Faro, Barcelona, Nice, Genova, Alessandria, Torino, Susa, Modena, Chambery, Lons-le-Saunier, Arlon, Bruxelles, Anvers, Loevenstein, Amesterdam, Paris, Barcelona, Toledo e finalmente Lisboa.

Pedro Vasconcelos partiu a 9 de Maio e regressou a 10 de Junho de 2008.

O persurso entre Genova e Arlon foi o mais fiel possível ao que quatrocentos e quarenta anos antes os dez mil homens do Duque de Alba realizaram em quarenta e oito dias.

No que se passou a chamar desde então: "El Camino Español".

Relatos desta viagem:
- Na edição da revista GQ de Setembro 2008.
- Aqui num rascunho da viagem.


Primeira série de fotogafias -- >

Depois de Faro a caminho de Granada

O motor de arranque levou uma nova bobine na oficina de Jesus em Valvidrera perto de Barcelona.
Ripoll



Nas "garras" dos Mossos de Esquadra

Castelo de Salses à vista

Castelo de Salses